Militar estava em um restaurante e tentou impedir que um homem roubasse celulares de clientes do estabelecimento

Um soldado da Polícia Militar foi morto a tiros na madrugada desta segunda-feira em Montes Claros, no Norte de Minas, ao reagir a um assalto em um restaurante.  A vítima, Temistocles Machado da Fonseca Júnior,  de 30 anos, estava à paisana. Ele era havia formado e entrado para a corporação há ano.

O crime, que aconteceu por volta de 1h30 desta madrugada, foi registrado por câmeras do sistema de segurança do estabelecimento. Conforme testemunhas, o soldado Machado Junior estava em um conhecido restaurante na Avenida Deputado Esteves Rodrigues (Avenida "Sanitária), na Região central da cidade.

Um homem usando camiseta cor clara e com um capacete, armado com um revólver, chegou ao local, anunciou o assalto e roubou celulares de fregueses que estavam sentados em mesas do estabelecimento. Conforme mostram as imagens do vídeo, o soldado Machado Junior  reagiu, tentou desarmar e entrou em luta corporal com o assaltante. O soldado foi atingido com três tiros que atingiram a perna direita, virilha e um na altura do peito. O autor fugiu na garupa de uma moto conduzida por um comparsa, que já aguardava  por ele.

O policial Temístocles Machado Junior foi socorrido por uma ambulância do Corpo de Bombeiros e levado para o Pronto-Socorro da Santa Casa de Montes Claros e morreu ao dar entrada no hospital. Ele trabalhava no destacamento da PM em Jaíba (na mesma região) e estava de folga em Montes Claros. A família dele seria de Pirapora, também no Norte de Minas.

A Polícia Militar informou que faz intenso rastreamento na tentativa de prender o autor do homicídio e o seu comparsa, mas ainda nao tem pistas dos envolvidos. As buscas continuam. Fonte: www.em.com.br

De acordo com a Polícia Militar, os corpos apresentam marcas de tiros. O casal havia se hospedado há dois dias

Um casal foi encontrado morto na noite deste sábado (17) em um quarto do Hotel Financial, um dos mais tradicionais de Belo Horizonte. De acordo com a Polícia Militar, Rildo Nicolau Neri, de 28 anos, e Franciele Maria da Silva, de 21 anos, se hospedaram no local há dois dias.

Desde então eles não teriam saído da suíte localizada no 18º andar. Neste sábado, o casal teria pedido para encerrar a conta, mas não foi ao saguão. Um funcionário foi até o quarto e encontrou os corpos.

Segundo a Polícia Militar, o homem teria levado quatro tiros no rosto. A mulher apresentava ferimentos nas costas. Há a suspeita de que tenha ocorrido um homicídio seguido de suicídio. A perícia encontrou a arma perto do corpo de Rildo.

O Hotel Financial, localizado no centro de Belo Horizonte, está funcionando normalmente. Ninguém foi encontrado para falar sobre o crime. Fonte: https://g1.globo.com

Aeronave pertencia à Aseman Airlines do Irã

O avião que caiu neste domingo (18) no Irã transportava 66 pessoas, segundo a imprensa estatal, não há sobreviventes. O voo da companhia Aseman Airlines estava em rota de Teerã para Yasuj, uma pequena cidade ao sul do Irã, quando desapareceu do radar por volta das 8h50, disse um porta-voz da empresa à TV estatal, acrescentando que todos a bordo teriam morrido.

A aeronave levava 60 passageiros e 6 tripulantes. O acidente eleva o número de registros de problemas com segurança envolvendo as companhias aéreas iranianas, que têm lutado para adquirir peças e comprar novos aviões, em meio às sanções há muito impostas ao país. Fonte: http://www.correio24horas.com.br

O governo federal decidiu decretar nesta sexta-feira uma inédita intervenção na segurança pública do Rio de Janeiro devido à crise de violência no Estado, e a medida colocou em dúvida o andamento da proposta da reforma da Previdência no Congresso, uma vez que a Constituição veta emendas constitucionais na vigência de intervenção federal.

O presidente Michel Temer decidiu pela intervenção em reunião na noite de quinta-feira com a presença de ministros e parlamentares, no mesmo encontro em que bateu o martelo sobre a criação do Ministério da Segurança Pública, em meio a uma grave onda de violência no Rio.

O governo nomeará um general do Exército como interventor no Estado do RJ, com responsabilidade sobre a polícia, os bombeiros e o setor de inteligência do Estado, segundo o presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), que participou do encontro.

O governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão (MDB), comunicou na manhã desta sexta-feira à cúpula da área de segurança do Estado que o novo "comandante" da área no Estado será o general Walter Souza Braga Netto, que já atuou no esquema montado para os Jogos Olímpicos de 2016.

Com isso, o atual secretário estadual de Segurança Pública, Roberto Sá, deixará o cargo, de acordo com uma fonte do governo estadual fluminense.

"Sá está de saída porque não há como haver uma sobreposição de funções. O general vem para fazer as funções do Sá no comando da segurança pública do Estado", disse à Reuters a fonte, que pediu para não ser identificada.

Os demais ocupantes da cúpula da segurança do Rio de Janeiro continuarão em seus cargos inicialmente, de acordo com a fonte, durante a intervenção, como a chefia da Polícia Civil, da Secretaria de Administração Penitenciária e o Corpo de Bombeiros, mas mudanças não estão descartadas.

"Essas pastas não acabam, vai haver pessoas nessas funções, mas quem chega quer montar seu time e sua equipe e, não será diferente agora", disse a fonte

A intervenção federal foi decidida em apoio com o governador Pezão depois de inúmeros casos de violência no Carnaval, com roubos, arrastões, assaltos, mortes de policias e casos de balas perdida. Segundo a fonte do governo estadual, Pezão optou pela intervenção por entender que a situação estava fugindo do controle. "Ele acha que algo precisa ser feito. A criminalidade está avançando, os casos já migraram para Cabo Frio e Angra. A proporção que se tomou precisa de uma medida dura", finalizou.

Nas ruas da cidade, moradores demonstraram esperança que o plano diminua a violência.

"O Rio de Janeiro quebrou, acabou, tem que tentar algo mesmo. As pessoas estão com medo de sair de casa e isso não pode continuar", disse o advogado Luiz Fernando Almeida. A comerciante Adriana Santos aproveitou para criticar o governador. "Já que o pezão não consegue resolver o problema que venham os militares porque do jeito que está não dá mais", disse.

Previdência

A intervenção federal pode ter implicação direta na votação da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) da reforma da Previdência, prevista para este mês na Câmara, uma vez que o artigo 60 da Carta Magna diz que a "Constituição não poderá ser emendada na vigência de intervenção federal, de estado de defesa ou de estado de sítio".

O ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun, ponderou à Reuters que em seu entendimento a PEC pode continuar tramitando no Congresso, mas não poderia ser promulgada. Para a promulgação, disse Marun, seria necessária uma suspensão da intervenção federal.

Uma fonte do Palácio do Planalto reiterou a posição do ministro de que a PEC da Previdência pode ser votada apesar da intervenção, mas não poderia ser promulgada. Segundo a fonte, essa é uma interpretação "mais liberal" do texto constitucional.

Essa interpretação, no entanto, não é unânime. Uma fonte do Senado disse que, na sua avaliação, o decreto paralisa totalmente a tramitação de qualquer Proposta de Emenda Constitucional.

Em café da manhã com jornalistas, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), não descartou a votação da reforma ainda em fevereiro. O deputado disse que o decreto de intervenção federal será votado na próxima semana, o que inviabiliza a votação da reforma da Previdência nesse período, mas acrescentou que insistirá na discussão sobre o tema, e manterá sua agenda de reuniões com governadores, prefeitos e deputados.

Segundo Maia, que recebeu estudo da área técnica da Câmara, parte dos consultores entende que não pode ocorrer sequer a discussão de PEC em uma comissão durante a intervenção, enquanto outros têm interpretação diferente. A reforma já foi analisada por uma comissão especial e está pronta para votação no plenário da Casa, mas o governo enfrenta dificuldades para alcançar o número de votos necessários para aprová-la.

Por se tratar de uma PEC, a reforma da Previdência precisa dos votos de pelo menos 308 dos 513 deputados, em dois turnos de votação, antes que a matéria possa seguir para o Senado. Pelos cálculos do governo, ainda faltam cerca de 40 votos para que a reforma da Previdência seja aprovada ainda neste mês na Câmara. Fonte: www.terra.com.br

Batida aconteceu na BR-020, perto de Formosa, a 45 km de Brasília. Cerca de 30 feridos, vários em estado grave, foram levados para hospitais da região

Ao menos oito pessoas morreram e 30 ficaram feridas em um grave acidente entre um ônibus da empresa Guanabara, do grupo Real Expresso, e uma carreta. 

A colisão frontal ocorreu na manhã desta quinta-feira (15/2), na BR-020, entre os povoados de JK e Bezerra, após o município de Formosa (GO), a 45km do Distrito Federal.

O local já foi periciado pela polícia. Filmagens amadoras mostram o socorro dos bombeiros às vítimas. Na parte frontal do ônibus, um amontoado de ferragens e objetos espalhados demonstram a violência da batida. 

Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o impacto da colisão entre o veículo e a carreta foi tão forte que uma das laterais do ônibus ficou completamente destruída. A PRF afirmou que o ônibus, que seguia de Cajazeiras (PB) para Goiânia (GO), levava ao menos 40 ocupantes.

Até por volta das 14h, todos os corpos haviam sido retirados do ônibus e levados para o Instituto Médico Legal (IML) de Goiás. Três das vítimas identificadas tiveram os nomes revelados: o motorista do ônibus, Édison Lopes Lima, de 47 anos; e os passageiros Antônio Elton Pereira Rodovalho, de 38; e Iarana Santos Sousa, de 1 ano e 4 meses. Os bombeiros acreditam que a mãe da criança, Larissa Santos Sousa, esteja em estado gravíssimo no Hospital de Sobradinho.

Segundo o major Bráulio Flores, comandante do Corpo de Bombeiros de Formosa, três vítimas foram levadas de helicóptero, em estado gravíssimo, para Brasília. Outras 12, em estado grave, seguiram de ambulâncias para hospitais no DF e em Formosa. As demais 15, em estado leve, foram encaminhadas para a cidade goiana.

O trânsito na rodovia está bloqueado nos dois sentidos. O percurso conta com uma pista simples, com ultrapassagem proibida.

O Corpo de Bombeiros do DF enviou uma aeronave e sete ambulâncias para ajudar no resgate das vítimas. Militares da corporação e agentes da PRF também seguem no local, dando apoio às equipes de Goiás e controlando o tráfego.

Segundo a Polícia Militar, é difícil a comunicação por aparelhos na região, já que não há sinal de rádio e celular. Por volta das 10h50, a PMDF enviou o helicóptero Fênix do Batalhão de Aviação Operacional da PMDF (BAvOp) para auxiliar os trabalhos de socorro.
A região onde a colisão ocorreu é próxima ao Sítio Arqueológico de Bisnau. O trecho é de pista simples, com ultrapassagem permitida somente em um dos sentidos. Ainda não se sabe as circunstâncias do acidente. www.em.com.br

A escola de samba Beija-Flor de Nilópolis é a grande campeã do Grupo Especial do carnaval 2018 do Rio, com um enredo sobre as mazelas do Brasil, com destaque para a corrupção. Com 269,6 pontos na apuração, a Beija-Flor ficou apenas um décimo à frente da Paraíso do Tuiuti, escola que desfilou com um enredo também de conotação política, com críticas à reforma trabalhista e ao presidente Michel Temer, retratado como vampiro.

O cantor Neguinho da Beija-Flor, principal intérprete da escola de Nilópolis, na região metropolitana do Rio, disse que a crítica social foi o destaque da escola que encerrou os desfiles da segunda-feira de carnaval. "A crítica do que acontece no nosso País, a desigualdade (foi o melhor da escola). Muitos sem nenhum e poucos com muitos", disse Neguinho, ainda na Praça da Apoteose, onde as notas dos jurados são lidas na cerimônia de apuração.

O tom de protesto tomou conta da cerimônia de apuração. Enquanto as notas das escolas de samba eram lidas pelo locutor da Liga Independente das Escolas de Samba (Liesa), com transmissão ao vivo na tevê, foram entoados, algumas vezes, gritos pedindo "Fora Temer".

Completando 70 anos neste 2018, a Beija-Flor, que a cada ano se supera nos quesitos luxo e imponência, fez um desfile atípico. Crítica das mazelas brasileiras, a apresentação em alguns momentos remeteu o público que acompanha carnaval ao histórico "Ratos e urubus, larguem minha fantasia" (1989), do carnavalesco Joãosinho Trinta (1933-2011) – que tratava de luxo, lixo, pobreza e festa e até hoje é um dos mais lembrados da história do sambódromo.

A escola fez um paralelo entre o Frankenstein, de Mary Shelley, personagem que está completando 200 anos, e os "monstros nacionais": a corrupção, as agressões à natureza, o uso indevido de impostos, as disparidades sociais. Foram retratados favelas com traficantes "armados", brigas de casal e até uma mãe velando um filho policial morto. A chamada "farra dos guardanapos", episódio do esquema de corrupção do ex-governador do Rio Sérgio Cabral (MDB), foi encenada.

Componentes vestidos de pastores evangélicos, católicos e muçulmanos se juntaram contra a intolerância religiosa. Pablo Vittar foi destaque no carro anti-LGBTfobia. No geral, a plateia comprou o discurso de indignação da escola de Nilópolis, na Baixada Fluminense, que encerrou sua passagem com a simulação de uma passeata popular, seguida pelo público saído de frisas e camarotes.

O coreógrafo da comissão de frente da Beija-Flor, Marcelo Misailidis, disse que a vitória da escola foi "a vitória da arte". "De certa forma, é uma vitória da arte e de uma coisa importante, que luxo não é botar pluma, é dar voz ao povo, à cultura. Resgatar a dignidade desse País", disse.

Já a Paraíso do Tuiuti, alçada ao grupo de elite das escolas de samba do Rio em 2017, após vencer a segunda divisão em 2016, discorreu, no primeiro dia de desfiles, sobre a escravidão no Brasil e defendeu a ideia de que ela ainda não acabou, apenas mudou de forma.

O carnavalesco Jack Vasconcelos partiu dos navios negreiros do século XVI e chegou ao "cativeiro social" dos dias de hoje, marcado por desigualdades sociais e precarização do trabalho. As últimas alas e o último carro alegórico, bastante aplaudidos, faziam críticas à reforma trabalhista e traziam a imagem do presidente Temer como vampiro. Fonte: www.metrojornal.com.br

Menina de 15 anos estava com a mãe no carro durante o disparo

A modelo adolescente e Youtuber Isabelly Cristine Santos, de 15 anos, foi baleada na madrugada desta quarta-feira (14) em Pontal do Paraná, no litoral do Estado, onde morava. 

A menina foi encaminhada para o Hospital Regional do Leste, na cidade vizinha Paranaguá e permaneceu em estado grave até que os médicos declararam a morte cerebral. Fonte: https://www.em.com.br

Corpo de Bombeiros, Polícia Militar e Samu estão no Bairro Mangueiras para prestar atendimento aos feridos

Um acidente grave com mobiliza um grande efetivo do Corpo de Bombeiros, Polícia Militar e Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) na noite desta terça-feira no Bairro Mangueiras, Região do Barreiro, em Belo Horizonte. 

De acordo com os bombeiros, um ônibus da linha 305 (Estação Diamante/Mangueiras) capotou, matando cinco pessoas e deixando outras três presas às ferragens. O condutor teria perdido o controle do veículo, conforme a corporação, na Rua José Luiz Raso, altura do número 15.
O Bairro Mangueiras fica nos limites entre Belo Horizonte e Ibirité, ao lado do Vale do Jatobá. Aproximadamente 10 viaturas estão no local prestando atendimentos aos feridos. Fonte: www.em.com.br

 

O Twitter recentemente prometeu fortalecer suas atitudes contra discursos de ódio, e deu recentemente um exemplo de como pretende fazer isso. De acordo com a Newsweek, a rede social baniu definitivamente o candidato ao legislativo dos EUA Paul Nehlen após ele tuitar uma imagem de cunho claramente racista.

A imagem que garantiu a expulsão de Nehlen da plataforma comparava Meghan Markle, a noiva do príncipe inglês Harry, a uma imagem reconstituída de um fóssil de 9.000 anos que os cientistas concluíram que tinha pele negra. O candidato ainda teria defendido a própria postagem, dizendo que ela era um protesto contra "alegações de que os brancos nunca existiram".

Segundo o Engadget, o Twitter disse que não costuma comentar esse tipo de atitude, mas abriu uma exceção para o caso de Nehlen. De acordo com a plataforma, o banimento do político se deu por conta de "violações repetidas" de seus termos de serviço. Tanto Nehlen quanto seus seguidores protestaram contra a medida da rede, chamando-a de "censura".

Mas de fato, como o BuzzFeed reporta, não é a primeira vez que o candidato estadunidense promove discursos de ódio por meio da plataforma. Em janeiro de 2018, ele chegou a ser suspenso do Twitter por uma semana por violar leis do site que proibiam a disseminação de mensagens anti-semíticas. Entre outras atitudes, Nehlen acusava todos que estavam contra ele de ser "aliados da mídia judaica".

Essa atitude da plataforma cria um precedente para que outras figuras políticas, cujas atitudes podem ter repercussões ainda mais graves que as de Nehlen, também sejam banidas. Já existe, por exemplo, um grande movimento a favor do banimento do presidente estadunidense Donald Trump da plataforma, por medo de que suas mensagens deem início a uma guerra nuclear. Um ex-funcionário da empresa já chegou a aproveitar seu último dia de trabalho para apagar a conta do presidente. Fonte: https://olhardigital.com.br

Segundo artista, crime ocorreu na manhã do último domingo

RIO — AO cantor da banda Capital Inicial, Dinho Ouro Preto, relatou em sua página no Facebook detalhes de assalto sofrido por sua equipe este domingo, na Avenida Brasil. De acordo com o texto, criminosos armados abordaram o motorista do caminhão que transportava os equipamentos da banda. O condutor teve pertences levados, mas não ficou ferido.

Ainda conforme o relato publicado na página do artista, o motorista do caminhão chegou a ser rendido pelos criminosos. O bando não conseguiu levar os equipamentos:

"Na avenida Brasil, às sete horas da manhã de domingo, pararam nosso caminhão e apontaram uma arma para o nosso motorista. Levaram o caminhão para um local, onde entraram no baú armados com fuzis", diz um trecho do texto publicado pelo vocalista.

Ainda segundo ele, os criminosos só não levaram os equipamentos porque os itens eram muito pesados. No fim, acabaram "liberarando a carga".

Além desse caso que ocorreu no início da manhã de domingo, integrantes da equipe do Capital Inicial se depararam com outra situação tensa. Segundo o relato, "um motoqueiro deu quatro tiros à queima roupa no que parecia ser um ladrão."

"Na chegada ao Rio, na frente do nosso ônibus, houve um tiroteio. Um motoqueiro deu quatro tiros à queima roupa no que parecia ser um ladrão. Isso a trinta metros da frente do ônibus. Na volta, agora há pouco, mais um incidente: um outro corpo estendido no chão no meio da rua na mesma avenida brasil.", consta de outra postagem.

Ainda não há informações se o motorista do caminhão da banda, vítima dos assaltantes, registrou a ocorrência em alguma delegacia. Fonte: https://oglobo.globo.com

 

Cidade é tomada por assaltos, governador e prefeito viajam e PM pede a foliões que evitem selfies

 RIO - Uma onda de violência em meio ao carnaval de rua, que teve três arrastões na Praia de Ipanema em menos de 24 horas, pôs em xeque o planejamento da segurança para a folia carioca, também marcada pela falta de ordenamento e por um colapso nos transportes públicos. Os problemas ocorrem enquanto o prefeito Marcelo Crivella faz uma viagem pela Europa, e o governador Luiz Fernando Pezão descansa em Piraí, sua cidade natal, no interior.

Coube ao comandante-geral da PM, coronel Wolney Dias, a tarefa de tomar uma medida. Sob o argumento de que “o cobertor é curto”, ele anunciou ontem um remanejamento de parte do efetivo de 17 mil homens mobilizados para a festa que, segundo a Riotur, reúne este ano 6,5 milhões de pessoas. Mas uma das soluções encontradas pelo oficial foi deslocar para a orla da Zona Sul e o Centro equipes do Batalhão de Choque que reforçam o policiamento na Rocinha, alvo há cinco meses de operações e de uma disputa do tráfico.

— Estamos com poucas viaturas, o que não dá visibilidade ao nosso trabalho. Veja, por exemplo, como foi o Bloco da Favorita (que, no sábado, levou quase 700 mil pessoas à Praia de Copacabana). Do alto, grupos de policiais, misturados à multidão, pareciam pontinhos — lamentou Wolney.

Horas antes de o comandante da PM dar a entrevista, o porta-voz da corporação, major Ivan Blaz, disse à Globonews que órgãos de ações sociais têm que atuar mais nas ruas e recomendou aos foliões que “não ostentem joias” e evitem fazer selfies com celulares.

— Pedir isso é lamentável, mas, infelizmente, é a realidade que vivemos — justificou Blaz.

Crivella chegou ontem a Frankfurt, na Alemanha, onde deu início a um giro por quatro países. Em um vídeo nas redes sociais, ele avisou que viajou em busca de soluções, “inclusive tecnológicas”, para o Rio, contrariando a promessa, feita no último dia 5, de que iria aos desfiles na Sapucaí. Em sua nova agenda, consta uma visita a uma agência espacial que produz drones para projetos de segurança. Pezão, que, às vésperas do carnaval, chamou de “bem engrenado” o planejamento para a folia, reconheceu, após os arrastões, a necessidade de mudá-lo:

— Estamos com o efetivo máximo, mas já pedi para reforçar o policiamento em toda a orla.

TRÊS QUEIXAS DE TURISTAS A CADA HORA

Quem ficou no Rio, em especial na Praia de Ipanema, no sábado e no domingo, sentiu na pele as falhas do esquema de segurança. Bandidos fizeram três arrastões na altura do Posto 8, e, entre as vítimas, havia vários turistas estrangeiros. Somente das 8h às 16h de ontem, a Delegacia de Atendimento ao Turista registrou 26 ocorrências, o que dá três queixas por hora. Normalmente, são seis casos por dia. Dois italianos foram feridos na cabeça, e foram levados a um hospital. Uma chinesa e uma alemã levaram socos no rosto, além de chutes. Uma argentina que passeava com um bebê foi jogada ao chão. O espanhol Nicolas Ctambolsky contou ao “RJ TV”, da Rede Globo, como foi uma das ações:

— Chegaram uns caras no calçadão, seguraram minha namorada e bateram em mim. Roubaram nossos celulares.

Vítima de um outro arrastão, Alan Machado, morador de Volta Redonda, disse que foi atacado por oito criminosos. Muito machucado, ele desmaiou.

— Foram muito violentos. Quando recobrei os sentidos, cheguei a ver os bandidos roubando um casal — disse Alan.

No Leblon, dois PMs que tentaram impedir um assalto na Avenida Afrânio de Melo Franco foram baleados, no domingo. Hospitalizados, receberam alta ontem. O autor dos disparos fugiu. No mesmo dia do crime, um policial civil que também abordou ladrões foi espancado, em Copacabana. Um grupo de jovens o cercou na Avenida Atlântica e chegou a usar uma cadeira para agredi-lo.

A onda de violência também chegou aos arredores do Sambódromo, onde o policiamento está reforçado desde sexta-feira. O cantor e compositor Moacyr Luz foi assaltado pouco depois de sair de um táxi para desfilar pela Paraíso do Tuiuti, na madrugada de ontem. Três bandidos roubaram a carteira, o celular e até uma fantasia, que o sambista usaria na Mangueira, onde também desfilaria.

— Não vi polícia alguma. Está muito difícil viver aqui, no Rio — reclamou Moacyr Luz.

Ainda na região do Centro, O GLOBO flagrou, ontem à tarde, um espancamento. Quatro homens atacaram um jovem na Avenida Mem de Sá, próximo aos Arcos da Lapa, no início da tarde de ontem. Acusado de roubo, ele caiu desfalecido numa calçada após levar socos e chutes e receber uma gravata. Os agressores foram embora caminhando, já que não havia policiamento.

Também ontem, foi enterrado o estudante David Weber Rodrigues, de 18 anos. Ele estava hospitalizado desde o último dia 31, quando foi atropelado durante um assalto na Vila da Penha. Dois ladrões fugiram numa moto com o celular do rapaz e um pedaço de bolo que ele levava para a mãe. Fonte: https://oglobo.globo.com

Espancado e atropelado por assaltantes na Vila da Penha, Zona Norte do Rio, o jovem David Weber Rodrigues, de 18 anos — que morreu neste sábado, após dez dias internado – temia a violência na cidade e, até há pouco tempo, evitava sair com o celular.

— Ele tinha muito medo, evitava sair à noite. Nunca tinha sido assaltado, mas não saía com celular. Há pouco tempo, a gente começou a falar para ele levar o telefone para se comunicar com a gente. Aí ele começou a levar. Mas parece que sabia o que esperava por ele — conta, emocionada, Joice Weber, de 29 anos, irmã do estudante.

O crime ocorreu no fim da noite do dia 31 de janeiro, na Rua Paula Aquiles, quando David voltava da casa da namorada. Desde então, de acordo com a família, o rapaz, que sofreu traumatismo craniano, estava internado no Hospital estadual Getúlio Vargas. Ele chegou a passar por cirurgia, mas morreu neste sábado.

Segundo o relato da família, David havia passado aquela tarde na casa da namorada. Por volta das 23h, quando estava a caminho de sua residência — a distância era pequena e ele costumava fazer o trecho a pé — o rapaz foi surpreendido por dois criminosos em uma moto. Assustado, o jovem correu para tentar se proteger, mas acabou sedo alcançado pelos bandidos. Em seguida, contam parentes, os assaltantes agrediram David até que ficasse desacordado e ainda passaram com a moto sobre o jovem desacordado, antes de escaparem.

Antes de fugirem, os assaltantes roubaram o celular do jovem — David havia ganhado o aparelho de presente por ter passado de ano. David havia sido aprovado no vestibular para curso de Física da UFRJ e também para o Centro de Preparação de Oficiais da Reserva do Rio (CPOR).

É Joice quem está resolvendo todos os trâmites do sepultamento do irmão. Segundo ela, os pais estão muito abalados:

— Eles não têm condições nenhuma, nem de falar. Ele foi arrancado da gente.

Apesar de o caso ter sido registrado na 27 ª DP (Vicente de Carvalho), a Polícia Civil informou, através de sua assessoria de imprensa, que não recebeu esta informação até o momento. Fonte: https://extra.globo.com

Testemunhas contaram aos PMs que pai e filho não tinham bom relacionamento e que as brigas eram constantes

Um homem bêbado matou o próprio filho com uma facada no pescoço na madrugada deste domingo no Bairro Duque de Caxias, em Betim, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. 

De acordo com a Polícia Militar, Flávio de Oliveira Farias, de 28 anos, passou o dia pintando a casa da família com um amigo. À noite, Flávio foi a um bar e, quando retornou ao imóvel, ficou na varanda da casa conversando com um amigo. 

Gilene Farias de Souza, de 55 anos, pai de Flávio, chegou ao local, segundo a PM, completamente alcoolizado e disse que iria matar o filho. O amigo tentou conter a confusão, mas o pai golpeou o filho com uma facada no pescoço. 

Testemunhas contaram aos PMs que pai e filho não tinham bom relacionamento e que as brigas eram constantes. 

Médicos do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foram acionados, mas quando chegaram à casa, Flávio já estava morto. Gilene Farias foi preso em flagrante por policiais militares. Fonte: www.em.com.br

Familiar de passageiro informou à polícia sobre intenção do homem de explodir bomba. Voo foi esvaziado, mas não foi identificado crime.

Um voo da Avianca que faz a rota entre São Paulo e Bogotá, na Colômbia, precisou ser esvaziado na manhã desta quinta-feira (8) no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, por suspeita de bomba. De acordo com a GRU Airport, que administra o terminal, o voo estava previsto para 9h30, mas a decolagem só ocorreu às 13h51.

A GloboNews apurou com fontes na Polícia Federal que o familiar de um passageiro avisou à companhia aérea que o homem que viajaria à Colômbia tinha a intenção de explodir uma bomba na aeronave.

O suspeito, um brasileiro de 29 anos, foi levado para a delegacia da PF e foi montada uma sala de crise pra acompanhar a situação no Centro de Controle do Aeroporto, mas não foi identificado crime nenhum. No passaporte do homem, estão registrados visto para os Estados Unidos, para o Egito e para a Arábia Saudita.

Os passageiros precisaram ser retirados do voo para que autoridades fizessem a inspeção nas bagagens, com o apoio do esquadrão antibomba. Até a publicação desta reportagem, a Polícia Federal não havia informado se o suspeito foi liberado e conseguiu embarcar.

Por meio de nota, a Avianca informou que foram feitas as “inspeções e avaliações estipuladas” para este tipo de caso e que o embarque foi reiniciado em seguida com o itinetário programado. Fonte: https://g1.globo.com