O parágrafo que na Regra trata do silêncio apresenta na sua própria estrutura a imagem do silêncio do Carmelo. No capítulo há duas partes: A primeira parte consiste em citações de Isaías, a segunda trata da instituição religiosa do silêncio.
‘O silêncio fomenta a justiça” (Is 32,7). Silêncio é um viveiro para a justiça, silêncio admite as sombras da vida e não as exporta para fora, não foge delas, mas deixa o seu veneno trabalhar como um fogo que acaba com as nossas auto definições e imagens, até tornar-nos fluidos, chegados à nossa essência: uma sombra que passa.
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